Da Redação, de Brasília (com apoio da Abdan) —
A Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan) reconduziu Celso Cunha à presidência da entidade para o mandato 2026–2028, com vigência até 31 de março de 2028. A nova composição da diretoria e dos conselhos reforça a representatividade institucional da associação, reunindo empresas nacionais e multinacionais estratégicas para o setor nuclear.
Na Diretoria Executiva, Celso Cunha seguirá à frente da entidade, ao lado dos vice-presidentes Alexandre Honaiser (Framatome), Paulo Coelho (Tractebel), Ivan Dybov (Rosatom), Stephen McKinney (Westinghouse) e Sibila Grallert (CMR).
O Conselho Administrativo será presidido por Paulo Massa (MPE), tendo como vice-presidente Giacomo Feres Staniscia (Atech). Também integram o colegiado representantes da AEG (Charles Buldrini), Amazul (Newton Costa), Diamante (Pedro Litsek), Holtec (Luiz Celso), Nuclep (Adeilson Telles), OEC (Pedro Moreira) e, de forma inédita, a Âmbar Energia, representada por Cristiano Wujastyk. A empresa entrou recentemente no segmento.
No Conselho Fiscal, a presidência ficará a cargo de Vanderlei Souza dos Santos, da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), com participação de Gleiber Barboza (Amazul) e Fábio Borgato (Eckert & Ziegler).
Segundo comunicado da Abdan disponibilizado na internet, a reeleição de Celso Cunha ocorre em um momento de retomada global da energia nuclear, com avanço de novos projetos, fortalecimento das cadeias de suprimento e maior protagonismo da fonte no debate sobre segurança energética e descarbonização. “A nova gestão dará continuidade à agenda de expansão institucional da Abdan, ampliando o diálogo com governo, Congresso, agências reguladoras e parceiros internacionais, além de fortalecer a integração da indústria nuclear brasileira em um cenário de crescente competitividade global”, diz a associação.