Maurício Corrêa, de Brasília —
Está sendo devidamente observado, na Aneel, que os diretores Gentil Nogueira de Sá Junior e Willamy Moreira Frota, que tomaram posse em setembro do ano passado, até hoje não aproveitaram as mordomias oferecidas pela Aneel Tour e não usufruíram do turismo no exterior, com despesas pagas pela agência reguladora do setor elétrico.
O diretor Gentil fez uma viagem a Cuba, poucos dias depois de assumir o cargo, mas como integrante de uma missão do governo federal que foi avaliar as condições do parque energético de Cuba e como o Brasil poderia contribuir para reduzir as dificuldades que o bloqueio econômico americano impõe ao País. Mas pela Aneel Tour, nada.
A pergunta que surge é inevitável: será que os dois novos diretores, ao contrário dos diretores Sandoval, Mosna e Agnes, são partidários da tese que existe um evidente exagero nessas viagens da Aneel Tour, e se recusam a aceitar a mordomia? Há um racha na diretoria por causa dessas viagens da Aneel Tour?