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Seca fica mais branda no Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. 

Da Redação, de Brasília (com apoio da Ana) —

De acordo com a última atualização do Monitor das Secas, entre março e abril, em termos de severidade da seca, houve um abrandamento do fenômeno em 14 unidades da Federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

No sentido oposto, a seca se intensificou em abril em cinco estados: Amazonas, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em quatro estados o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Amapá, Pará, Rondônia e Roraima. No último mês a seca voltou a ser verificada no Distrito Federal e no Espírito Santo. Já em Mato Grosso o fenômeno deixou de ser verificado e o Acre seguiu livre de seca.

Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo Monitor de Secas, o Nordeste teve, em abril, o quadro mais severo do fenômeno no País com seca grave e seca moderada respectivamente em 2% e 37% da região. Já o Norte teve a condição mais branda do fenômeno no último mês.

Entre março e abril, a região com menor percentual de área com seca foi o Centro-Oeste: 20%. Já o Sul teve a maior porção percentual com presença do fenômeno: 84% de sua área.

Na comparação entre março e abril, três estados registraram aumento da área com seca: Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. No sentido oposto, o Monitor identificou diminuição da área com seca em 15 estados: Alagoas, Amapá, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Em cinco unidades da Federação, a área com seca se manteve estável: Amazonas, Ceará, Paraná, Piauí e São Paulo. Distrito Federal e Espírito Santo voltaram a registrar seca em abril. Já Mato Grosso se juntou ao Acre como únicos estados livres de seca em abril.

Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, o Amazonas lidera a área total com seca de abril, seguido por Bahia, Minas Gerais, Piauí e São Paulo. No total, entre março e abril, a área com o fenômeno diminuiu de 4,17 para 3,43 milhões de km², o equivalente a 41% do território brasileiro.

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