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ONS aponta cenário de estabilidade nas hidrelétricas

Da Redação, de Brasília (com apoio do ONS) —

O boletim do Programa Mensal de Operação (PMO) para a semana operativa que vai de 18 a 24 de abril  de 2026 aponta  cenário de estabilidade, em relação à última revisão, para a Energia Natural Afluente (ENA) no final do mês. Dois subsistemas aparecem com indicadores acima de 80% da Média de Longo Termo (MLT): Nordeste e Sudeste/Centro-Oeste, com 85% e 83%, respectivamente. O Norte tem previsão de 77% da MLT, enquanto, no Sul, o indicador pode atingir 45% da MLT.

“Seguimos adotando uma política operativa de otimização dos recursos, para garantir a preservação e recuperação dos reservatórios, já nos preparando para a chegada do próximo período seco, de modo a garantir a segurança do SIN e o pleno atendimento às demandas da sociedade”, afirmou o diretor-geral do ONS, Marcio Rea.  

As perspectivas para os níveis de Energia Armazenada (EAR) ao final de abril têm como destaque o Norte, com 96,3%. A região Nordeste pode chegar a 94,4%, seguida pela Sudeste/Centro-Oeste, com 68,2%; e Sul, com 28,7%.

As projeções para a demanda de carga são de aceleração no Sistema Interligado Nacional (SIN) e em duas regiões. O SIN deve registrar uma expansão de 0,7% (82.239 MWmed). No Sul, a projeção é de 6,3% (14.491 MWmed); e no Norte 1,3% (8.194 MWmed).  No Sudeste/Centro-Oeste, a previsão é de recuo de 0,8% (46.005 MWmed), assim como Nordeste, 0,2% (13.549 MWmed). Os números são comparações entre as projeções para abril de 2026 ante o verificado no mesmo período de 2025. 

O Custo Marginal de Operação (CMO) está em R$ 302,89 nas regiões Norte e Nordeste. No Sul está em R$ 317, 75 e no Sudeste/Centro-Oeste, em R$ 310,33.

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