Maurício Corrêa, de Brasília —
O mercado inteiro está fofocando sobre os nomes de quem poderia ser indicado pelo Governo para compor o Conselho de Administração da CCEE.
Estão circulando nomes de tudo quanto é jeito. Um deles é o de André Pepitone da Nóbrega, atual diretor financeiro executivo da binacional Itaipu, que não se cansou de fazer as vontades políticas do ministro Alexandre Silveira e que agora ficaria muito satisfeito com o eventual reconhecimento vindo de cima.
Outro nome é de Ricardo Tilli, que ocupou até recentemente uma diretoria na Aneel. Não conta com muita simpatia de Sua Excelência, o ministro, mas seu nome é intensamente apoiado por forças muito representativas do mercado elétrico.
E antigas raposas felpudas ligadas ao PT também gostariam de ser lembradas para um cargo de tanto pre$$$tígio, muito bem remunerado, como Nelson Hubner e Valter Cardeal. Esse povo não larga o osso.
Este idoso editor é o primeiro a reconhecer que não tem competência para ser conselheiro da CCEE, mas a grana é extremamente sedutora. Então, como não é necessário ser grande especialista no mercado para ganhar um cargo desses, o editor, que é apenas idoso, mas não é burro, também coloca o seu humilde nome na mesa. De repente, quem sabe. Se for preciso, ele até escreve uma opinião elogiando Sua Excelência, de quem sempre foi grande admirador.
(é brincadeirinha, gente, antes que alguém leve este último parágrafo a sério)