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Menel redescobre Jório Dauster, mestre da diplomacia e da literatura

Maurício Corrêa, de Brasília

Presidente de duas organizações que contam entre seus associados com muitas e grandes empresas internacionais, inclusive norte-americanas, o engenheiro Mário Menel tem se desdobrado, nos últimos dias, para tentar compreender melhor as divergências entre os Estados Unidos e o Brasil, face ao tarifaço imposto pelo presidente Trump.

Associados da Abiape e do Fase, como explicou Menel ao site “Paranoá Energia”, estão sendo afetados pelas restrições tarifárias determinadas pelo governo dos Estados Unidos.

Nesse contexto, ele explicou que tem trocado ideias com vários interlocutores que entendem da área diplomática. Um deles é o embaixador Jório Dauster, já aposentado do quadro ativo de servidores do Itamaraty, mas que presta consultorias a grandes empresas.

Dauster vive em Brasília, discretamente. Mesmo na aposentadoria é um diplomata bastante reconhecido, tendo contribuído enormemente não apenas com a carreira no Itaramaty, mas, também, na área empresarial e governamental.

Entre outras ocupações relevantes, foi presidente do Instituto Brasileiro do Café (IBC), durante o Governo Sarney, e da Companhia Vale do Rio Doce (governo FHC). No Governo Collor, foi o chefe da negociação da dívida externa brasileira.

Dauster é não só um ex-diplomata e um consultor de empresas reconhecido pelo seu trabalho. Também é avaliado como um tradutor de sucesso, tendo vertido para o português autores como Vladimir Nabokov (“Lolita”),   J. D. Salinger (“O Apanhador no Campo de Centeio”) e Philip Roth (“Indignação”, “Quando ela era boa” e “O professor do desejo”), entre outros autores famosos.

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