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Gás Natural Açu comemora 1º ano de operação comercial da GNA II

Da Redação, de Brasília (com apoio da GNA) —

A GNA – Gás Natural Açu celebra um ano do início da operação comercial de sua Usina Termelétrica (UTE) GNA II, a maior usina a gás natural em operação no Brasil. Localizada no complexo do Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), a unidade integra, ao lado da UTE GNA I, o maior parque termelétrico a gás natural da América Latina, com 3 GW de capacidade instalada. A data simboliza a consolidação do empreendimento e reforça a atuação da GNA na segurança energética do Sistema Interligado Nacional (SIN.

Ao longo deste primeiro ano, a companhia concentrou esforços na estabilização de seu modelo operacional integrado, que engloba as duas usinas e o Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito (TGNL). O complexo da GNA destaca-se no setor pelo pioneirismo no compartilhamento dessa infraestrutura de combustível, otimizando o recebimento, o gerenciamento e o estoque de gás para o atendimento do parque gerador.

Com um investimento de R$ 7 bilhões na implantação da UTE GNA II, o ativo foi projetado para atender as necessidades do Sistema Interligado Nacional, contribuindo a resiliência ao sistema elétrico do país. Juntas, as duas térmicas têm capacidade para gerar energia suficiente para atender a cerca de 14 milhões de residências, o que equivale a toda a população dos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, consolidando um legado de infraestrutura e abastecimento seguro.

“A GNA II é resultado de um trabalho de longo prazo que mobilizou milhares de profissionais e concretizou uma das maiores iniciativas de infraestrutura privada do setor no país. Ver a usina completar seu primeiro ano de funcionamento representa a materialização de um projeto concebido para atender às necessidades atuais e futuras do Brasil”, afirma Emmanuel Delfosse, CEO da GNA.

Entre os diferenciais da usina está a operação em ciclo combinado, tecnologia que reaproveita o calor dos gases de exaustão das turbinas a gás para produzir energia adicional por meio de uma turbina a vapor. O modelo permite eficiência energética superior a 60%, posicionando a GNA II entre as usinas termelétricas mais modernas do país.

Alinhada às diretrizes de transição energética, a planta foi projetada para futura operação com até 50% de hidrogênio em substituição ao gás natural. Outro diferencial é a utilização de água do mar em praticamente todo o sistema de resfriamento industrial, viabilizada por uma planta de dessalinização, contribuindo para a preservação dos recursos hídricos da região.

A conclusão deste primeiro ano de operação marca uma nova etapa para a GNA, que segue investindo no desenvolvimento de soluções voltadas à ampliação da oferta de energia e à evolução da infraestrutura do setor no Brasil.

A GNA é uma joint venture formada pela bp, Siemens Energy, Spic Brasil e pela Prumo Logística. Instalada no Porto do Açu, a GNA detém, hoje, o maior parque termelétrico a gás natural da América Latina, composto pelas usinas GNA I e GNA II. Para abastecer as duas UTEs, a GNA construiu um terminal para recebimento e transporte de Gás Natural Liquefeito (GNL), onde está atracada a FSRU BW Magna, embarcação com capacidade para armazenar e regaseificar até 21 milhões de m³/dia.

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