A primeira semana de setembro será marcada por sol, termômetros em elevação e tempo seco na cidade de São Paulo. Até quinta-feira, 4, a máxima deve atingir 28ºC, vindo a reduzir nos dias seguintes, que deverão registrar temperaturas mais amenas.
Nesta segunda-feira, 1º, o sol predomina ao longo do dia, e as temperaturas também sobem. “No fim da tarde, a entrada da brisa marítima favorece o ingresso de umidade e a queda da temperatura”, acrescenta o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo. A quantidade de nuvens aumenta, mas não há previsão de chuva significativa.
Na terça-feira, 2, a expectativa é de temperatura em gradual elevação ao longo do dia, em cenário semelhante ao do dia anterior.
Na quarta-feira, 3, a condição climática se repete, com predomínio de sol forte e calor. “Atenção com a redução dos percentuais de umidade, com valores mínimos próximos à 30% à tarde”, alerta o CGE.
Veja a previsão para os próximos dias, segundo a Meteoblue:
– Segunda-feira: entre 16ºC e 26ºC;
– Terça-feira: entre 16ºC e 26ºC;
– Quarta-feira: entre 16ºC e 27ºC;
– Quinta-feira: entre 15ºC e 28ºC;
– Sexta-feira: entre 15ºC e 24ºC;
– Sábado: entre 15ºC e 21ºC.
Último mês do inverno: como será o tempo em setembro no Brasil?
O mês de setembro é caracterizado pelas primeiras chuvas do período úmido nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte, além de registrar um aumento da temperatura comparado com os meses anteriores do inverno. Neste ano, o cenário não será diferente. No Sul, também há expectativa para precipitações neste período.
A estação termina no dia 22 de setembro, quando começa a primavera no País.
Mananciais têm variações negativas
O Sistema de Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), administrado pela Sabesp, apresentou variações negativas no armazenamento entre os dias 31 de agosto e 1º de setembro. O volume total caiu de 37,2% (723,23 hectômetros cúbicos) para 36,9% (718,43 hm3), refletindo uma redução de 0,3 ponto porcentual.
É o menor volume para a data desde 2015, quando a região sofreu com uma crise hídrica histórica. Em 1º de setembro daquele ano, os reservatórios operaram com apenas 8,9% do volume total.
Todos os sistemas mananciais apresentaram queda no volume. O Sistema Cantareira passou de 34,6% para 34,4%, com uma diminuição em hm3 de 339,85 para 337,61. O Alto Tietê reduziu de 29,5% para 29,3%, com a capacidade passando de 165,17 hm3 para 164,11 hm3.
Guarapiranga cedeu de 53,7% para 53,3%, enquanto o sistema Cotia diminuiu de 58,6% para 58,3%. O Rio Grande teve seu volume diminuído de 58,3% para 58,0%. Por sua vez, o Rio Claro caiu de 21,0% para 20,9% e o São Lourenço, de 54,5% para 54,0%.
Diante da baixa pluviometria, a Sabesp anunciou recentemente a redução da pressão na distribuição de água na região metropolitana de São Paulo pelo período de oito horas durante as madrugadas. A companhia divulgou também a diminuição do volume de água retirado do Sistema Cantareira. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas) reduziram o volume autorizado de 31 m3/s para 27 m3/s.
