Da Redação, de Brasília (com apoio da Prio) —
A petroleira independente brasileira Prio alcançou um marco histórico no final do segundo trimestre de 2025 depois um início de período desafiador. Após a parada programada no campo de Frade, com foco na manutenção e preparação para a entrada da produção de Wahoo, e a conclusão dos workovers em poços de Tubarão Martelo, uma iniciativa crucial para a manutenção e aumento da produtividade, a companhia atingiu, em 24 de junho, a produção de 123,2 kbpd (mil barris por dia), o maior volume já registrado em seus 10 anos de atividade.
No período, a Prio registrou uma receita total de US$ 508 milhões. O Ebitda ajustado (ex-IFRS 16) do período foi de US$ 276 milhões e o lucro líquido (ex-IFRS 16) registrou US$ 154 milhões.
“Desde nossa criação enfrentamos inúmeros desafios, mas crescemos de forma expressiva e consolidamos uma trajetória pautada por segurança, disciplina, eficiência e resiliência. No segundo trimestre de 2025. Mesmo diante de adversidades, mantivemos o foco, superamos obstáculos e conquistamos marcos importantes para que a companhia continue avançando com seu objetivo de criar valor”, ressalta Roberto Monteiro, CEO da Prio.
O avanço em Wahoo foi outro destaque, com a obtenção da licença prévia para o desenvolvimento do campo, sinalizando o progresso contínuo nos projetos de crescimento da empresa. Além disso, a aquisição de 60% do campo de Peregrino reforça ainda mais a estratégia de consolidação e otimização do portfólio da petroleira, prometendo sinergias e maior controle operacional.
A eficiência operacional também se destacou, com o campo de Albacora Leste, sustentando a média de 88,4% no trimestre e recorde de 97,2% no mês de julho o que demonstra a capacidade da empresa de operar seus ativos de forma robusta e rentável.