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Nacionalização, na heliotermia, pode chegar a 70%

Maurício Corrêa, de Brasília —

O conteúdo nacional dos componentes em projetos de heliotermia, no Brasil, pode alcançar o patamar de 70%, segundo Florian Remann, coordenador de um projeto na seção brasileira da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, a agência alemã para Cooperação e Desenvolvimento. Ele fez uma palestra para o pessoal da Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia Elétrica (Abiape), na segunda-feira, 11 de abril, a qual este site teve acesso.

A heliotermia é uma das áreas em que a GIZ está envolvida no Brasil, além de biogás, energia eólica, energia fotovoltaica e eficiência energética. Na palestra, Remann mostrou que a tecnologia pode ser aplicada em larga escala na indústria, destacando empreendimentos de laticínios, fábricas de couro, frigoríficos, indústrias têxteis, montadoras de automóveis e usinas de açúcar.

Ele acredita que o Brasil tem enorme potencial para aproveitamento da energia heliotérmica, com destaque para os estados de Minas Gerais e Bahia. Na sua avaliação, dependendo do projeto, o índice de nacionalização dos componentes pode chegar a 70%.

Na seção Documentos deste site, você encontra a apresentação feita pelo especialista da GIZ.

 

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