Da Redação, de Brasília (com apoio da Ana) —
Segundo a última atualização do “Monitor das Secas”, entre agosto e setembro, em termos de severidade da seca, houve uma intensificação do fenômeno em 14 unidades da Federação: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins.
No sentido oposto, a seca se abrandou em seis estados: Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo. Os dados são da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (Ana).
Em quatro unidades da Federação o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão e Mato Grosso. Os três estados da região Sul – Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – seguiram livres de seca.
Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo “Monitor de Secas”, o Nordeste teve, em agosto, o quadro mais severo do fenômeno no País com seca grave em 28% da região. O Sul, por sua vez, teve a melhor condição, já que ficou completamente livre do fenômeno no último mês. Entre agosto e setembro, a região com maior percentual de área com seca também foi o Nordeste: 96%.
Na comparação entre agosto e setembro, 13 estados registraram aumento da área com seca: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins.
No sentido oposto, o Monitor identificou diminuição da área com seca em quatro estados: Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Em outros sete estados, a área com seca se manteve estável: Acre, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Piauí, Rondônia e Roraima. Por sua vez, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina seguiram livres de seca.
Dez unidades da Federação registraram seca em 100% do território em setembro: Acre, Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins. Nos demais estados com registro do fenômeno, os percentuais variaram de 12% a 99%.