O governo contratou 18.977,158 megawatts por ano (MW.ano) em disponibilidade de potência proveniente de usinas termelétricas existentes e novas, bem como de usinas hidrelétricas, no leilão de reserva de capacidade (LRCap), realizado nesta quarta-feira, 18. O preço médio foi calculado em R$ 2,334 milhões por MW.ano, resultando em deságio médio de 5,52%.
Realizado pelo Ministério de Minas e Energia, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o leilão de reserva de capacidade era muito aguardado pelo mercado, tendo em vista que um certame similar estava inicialmente previsto para ter sido feito em junho de 2025, mas foi cancelado em meio a uma onda de judicializações a respeito dos critérios estabelecidos para a disputa.
Estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apontam necessidade crescente de contratação de potência para garantir o atendimento à carga e a segurança do sistema elétrico nos próximos anos, sob risco cada vez maior de um potencial apagão.
Por conta disso, o Tribunal de Contas da União (TCU), mesmo identificando “fragilidades metodológicas” na definição dos preços-teto do leilão, evitou tomar medida que pudesse provocar adiamento do certame. Segundo ministro-relator Jorge de Oliveira, “embora existam fragilidades e potenciais ineficiências na modelagem da competição”, o risco de desabastecimento de potência tornam desaconselhável a adoção de quaisquer medidas”.
De outro, geradoras estão há anos no aguardo do leilão para conseguir novos contratos para ativos existentes – notadamente termelétricas a gás natural e óleo diesel – ou para tirar do papel antigos projetos de expansão hidrelétrica ou de construção de novas térmicas a gás.O governo contratou 18.977,158 megawatts por ano (MW.ano) em disponibilidade de potência proveniente de usinas termelétricas existentes e novas, bem como de usinas hidrelétricas, no leilão de reserva de capacidade (LRCap), realizado nesta quarta-feira, 18. O preço médio foi calculado em R$ 2,334 milhões por MW.ano, resultando em deságio médio de 5,52%.
Realizado pelo Ministério de Minas e Energia, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o leilão de reserva de capacidade era muito aguardado pelo mercado, tendo em vista que um certame similar estava inicialmente previsto para ter sido feito em junho de 2025, mas foi cancelado em meio a uma onda de judicializações a respeito dos critérios estabelecidos para a disputa.
Estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apontam necessidade crescente de contratação de potência para garantir o atendimento à carga e a segurança do sistema elétrico nos próximos anos, sob risco cada vez maior de um potencial apagão.
Por conta disso, o Tribunal de Contas da União (TCU), mesmo identificando “fragilidades metodológicas” na definição dos preços-teto do leilão, evitou tomar medida que pudesse provocar adiamento do certame. Segundo ministro-relator Jorge de Oliveira, “embora existam fragilidades e potenciais ineficiências na modelagem da competição”, o risco de desabastecimento de potência tornam desaconselhável a adoção de quaisquer medidas”.
De outro, geradoras estão há anos no aguardo do leilão para conseguir novos contratos para ativos existentes – notadamente termelétricas a gás natural e óleo diesel – ou para tirar do papel antigos projetos de expansão hidrelétrica ou de construção de novas térmicas a gás.
Térmicas da Petrobras
A Petrobras contratou oito usinas do seu parque de energias termelétrico no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP), realizado nesta quarta-feira, 18, que devem trazer uma receita fixa anual estimada em aproximadamente R$ 4 bilhões. Ao mesmo tempo, afirma que segue avaliando suas estratégias de participação em futuros leilões.
Segundo a petrolífera, o resultado assegura a remuneração necessária para que os ativos estejam disponíveis para o setor elétrico durante o período de contratação, além de refletir a competitividade técnica e operacional de seu parque de energias termelétrico.
“Com o resultado exitoso da participação da companhia no LRCAP de 2026, a Petrobras reafirma a competitividade de seus ativos e o seu compromisso com a segurança energética do país, com a transição energética justa e com a criação de valor para seus acionistas”, disse a empresa em comunicado.
A companhia ainda explica que os próximos passos, agora, incluem a assinatura dos Contratos de Reserva de Capacidade (CRCAP), comprovação de suprimento firme de combustível e atendimento aos requisitos operacionais e de desempenho definidos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
Hoje, a companhia tem 13 usinas, sendo 12 contratadas junto ao setor elétrico, nos períodos estabelecidos nos respectivos produtos, e aptas a entregar a potência e energia conforme as necessidades do SIN. O parque possui 4,9 GW de capacidade, suficientes para o atendimento de aproximadamente 21 milhões de residências.
