Maurício Corrêa, de Brasília —
Na revisão da agenda regulatória, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) assinala que pretende examinar a “observabilidade, operabilidade e controlabilidade” da geração distribuída, ou seja, blá-blá-blá da melhor qualidade.
Tem muito Rolando Lero no setor elétrico brasileiro, principalmente na Aneel e no MME. Em vez de ficar gastando esse português absolutamente ridículo, a agência e o ministério deveriam tomar decisões rápidas, para ontem, sobre o curtailment ou então viabilizar de vez a expansão do mercado livre.