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Reunião do CMSE foi desafio para técnicos

Maurício Corrêa, de Brasília —

Os brasileiros precisam levantar as mãos para o alto e agradecer aos deuses que regem o Universo pelo fato de, no Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), existir uma equipe técnica de primeira qualidade, que não deixa a peteca cair. Gente que trabalha em silêncio e simplesmente toca o serviço com profissionalismo, sem necessidade de aparecer.

A reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) desta terça-feira, 03 de setembro, em Brasília, deve ter sido interessantíssima, devido a quantidade de participantes que entendem pouco ou quase nada sobre o SEB, pelo menos no nível técnico do que estava sendo tratado na reunião. A pauta estava cheia de pepinos, todos ligados à questão delicada da hidrologia desfavorável e as perspectivas de desabastecimento de energia elétrica.

O ministro de Minas e Energia não é do ramo. Seu secretário-executivo muito menos. O diretor-geral do ONS talvez conheça o jargão. Um outro diretor, nomeado recentemente, nem o jargão talvez conheça. Deve ter sido um festival de nulidades, o que certamente foi compensado pelo conhecimento e experiência do pessoal do terceiro escalão, que já está acostumado a carregar o piano.

Deus Pai.

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