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Marcha lenta da economia prejudica migração para ACL

Maurício Corrêa, de Brasília —

Os agentes de comercialização identificaram impactos do Covid-19 nos processos de migração de consumidores para o Ambiente de Contratação Livre (ACL).

Este site apurou que o problema foi descoberto pela comercializadora Comerc, que levou o caso para a Aneel, com um pedido à agencia para flexibilizar o processo.

A Comerc entende que, como a economia está semi-paralisada, isso tem provocado dificuldades junto aos cartórios (que estão fechados) para a obtenção de reconhecimento de firmas em documentos exigidos na migração, especificamente na adesão à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Além disso, as distribuidoras estariam funcionando em ritmo lento, o que aumenta o peso da burocracia na migração de consumidores para o ambiente livre.

Outros agentes de comercialização também entendem que o Bradesco — através do qual é feita a custódia de garantias e liquidação financeira no mercado — está dando a sua contribuição à marcha lenta nesse processo.

Alegam que devido à situação da economia, meio fechada, meio aberta, a comunicação com o Bradesco tem sido complicada, pois em muitos casos o banco não estaria oferecendo a devida resposta, na velocidade adequada, às dúvidas interpostas pelos agentes.

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